sábado, 28 de fevereiro de 2026
FALAR OU CALAR?
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
APRENDI COM O GIRASSOL
Segui as instruções do cartão, piquei-o e plantei no pequeno canteiro do jardim, em frente à nossa casa. Conforme as orientações, durante os dias seguintes, a terra foi regada. Passaram-se alguns dias e nem sinal da planta, ainda assim, continuei regando-a.
Mais alguns dias e eis que surgem alguns pontos verdes. Eram as folhas da planta que começava a emergir da terra. O cuidado continuava, com um detalhe, a cada novo dia não era possível observar a evolução da planta, mas era nítido que estava crescendo.
Mais algum tempo, e entre o verde que agora tomara todo o canteiro, observo alguns pontos de cor amarela, eram as flores que começavam a dar sinais da sua beleza. Os cuidados continuaram e atualmente, as belas flores de girassol embelezam ainda mais o jardim da nossa casa.
Observem que na nossa vida não é diferente. Quantas vezes desejamos mudanças, mas buscamos o imediatismo, quantos vezes queremos ver o resultado, mas não damos o tempo necessário para que as coisas aconteçam e paramos pelo caminho.
Toda busca por mudança na nossa vida é um processo, cujo resultado depende de perseverança, de insistência, de constância e de paciência. Quem deseja modificar aquilo que incomoda, que traz insatisfação ou que causa sofrimentos, precisa continuar regando, regando, regando, agindo, cuidando.
E por fim, perceber, valorizar e se alegrar com cada nova etapa, com cada pequeno progresso, por mais imperceptível que seja, por menor que nos pareça e assim, como citado por Goethe, ter a consciência de que: "No momento em que nos comprometemos, a providência divida também se põe em movimento", e as coisas acontecem.
Celso Garrefa
domingo, 15 de fevereiro de 2026
EU SOU GENTE E O OUTRO TAMBÉM O É
Reconhecer essa verdade nos traz alívio. Adquirir a consciência de que não somos o todo poderoso, de que não damos conta de tudo, de que não somos capazes de tudo e estamos sujeitos a erros tira dos nossos ombros o peso da cobrança desmedida.
Mas é preciso cuidado. Assumir nossa humanidade não significa tomar atitudes e agir sem pensar, sem refletir, chutar o balde e não se importar com nada. Não é isso. Como pessoas humanas somos sujeitos pensantes e devemos refletir sobre nossos comportamentos, cientes de que, como gente, podemos melhorar e nos renovar a cada novo dia.
É libertador nos reconhecermos como pessoas humanas, isso nos dá o direito de nos posicionar e exigir que nos respeitem como gente, que nos tratem sem grosserias e agressividades, mas também precisamos compreender que o outro também o é e assim sendo, a outra parte também é merecedora de respeito.
E quantas vezes esquecemos isso e tratamos um companheiro, um filho, alguém próximo a nós ou mesmo um colega de trabalho etc., com rispidez, com grosseria, com arrogância, sem nos importar com seus sentimentos? Quantos vezes julgamos outras pessoas, sem nem conhecer sua história de vida?
Sem reconhecer e aceitar essas verdades perdemos um pouco na nossa humanidade, deixamos de ser um pouco gente e nos transformamos em "coisas", enxergamos nossos semelhantes como "coisas" e perdemos a essência da vida e vamos cada vez mais embrutecendo. E a vida não é sobre "coisas", é sobre pessoas.
Celso Garrefa
Autor do livro "Assertividade, um jeito inteligente de educar" - Disponível na Amazon, Mercado livre, LojinhAE e outras plataformas digitais.
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